Sem efemeridade e sem falsas promessas. Nossa realidade é esse apresso. Eu e teu cheirinho de roupa limpa. Eu e tua pele. Nós e o nada. O tudo e o vazio. É lá que eu quero te encontrar. E adormecer sentindo sua respiração.
A chuva lá fora vai cantar que dessa vez não vai ter dor. E eu vou mergulhar esperando teu consolo, porque o medo não vai me encontrar.
Escrito no dia 26/09/2015
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